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sábado, 1 de outubro de 2011

PERSEGUIÇÃO MUÇULMANA AOS CRISTÃOS


Professor cristão é acusado de prática de “blasfêmia” no Paquistão


Em uma escola superior no Estado Punjab, no Paquistão, um professor cristão, cujo nome não foi revelado por motivo de segurança, foi falsamente acusado de prática de "blasfêmia. A acusação teve sua origem em afirmações de um aluno e alguns professores muçulmanos, que o teriam denunciado a um tribunal por antipatia, vingança ou ódio anti cristão.
O professor, que foi obrigado a deixar o trabalho e a viver escondido, apresentou recurso junto ao dito tribunal. No entanto, a resposta foi uma lacônica sentença do juiz de primeira instância que o "convidou a deixar o país". O episódio é descrito por fontes da agência Fides na comunidade cristã de Punjab, que pede o anonimato por razões de segurança. Segundo a agência católica internacional, o fato mostra um pouco como são as atuais condições de violência e discriminação em que se encontram as minorias religiosas no Paquistão. Minorias que sofrem cotidianamente uma vigilância de consciência e o episódio chama a atenção para os abusos que sofrem eles da chamada "lei da blasfêmia", usada, sobretudo, para atingir os cristãos. O caso desse professor aconteceu recentemente numa cidade de Punjab. Ele é obrigado a se esconder constantemente, pois, conforme a Agência Fides, ele está sendo procurado por extremistas e pode ser executado de um momento para outro. O professor tem 40 anos, é casado e pai de 3 filhos. Será obrigado, agora, a começar uma nova vida em outro lugar, provavelmente sob nova identidade, se quiser sobreviver. Sua história começou quando exercia sua profissão em uma escola pública frequentada principalmente por estudantes muçulmanos. O professor repreendeu um dos alunos em diversas ocasiões, sempre por motivos ligados ao estudo e, ao que tudo indica, informam fontes da Agência Fides, por vingança ele juntou-se a outros professores muçulmanos e organizaram um complô para desacreditar e expulsar o professor cristão: queimaram algumas páginas do Corão e acusaram o professor de ser autor do suposto "gesto blasfemo". Conforme a Agência Fides, a partir daquele dia, o professor foi obrigado a demitir-se de seu emprego e continuou a receber insultos e ameaças sempre mais fortes, inclusive em sua casa. Visto os perigos que corria, transferiu-se com a família para uma localidade ignorada. Confiando no Sistema Judiciário Paquistanês, ele apresentou recurso a um Tribunal de Primeira Instância, para provar a sua inocência. O tribunal não só não o libertou nem emitiu alguma medida para deter os extremistas, mas o aconselhou vivamente a deixar o país, informou a Agência Fides.


Fonte: Notícias Cristãs com informações da SIR/Gaudium Press via Verbonet
Link Original: http://news.noticiascristas.com/2011/09/professor-cristao-e-acusado-de-pratica.html#ixzz1ZWwSUHaX
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

QUEM É YOSEF NADARKHANI?



A luta de Nadarkhani

Até completar 19 anos de idade, quando se converteu a Jesus Cristo, Nadarkhani não praticou nenhuma religião.
Hoje, ele é um pastor evangélico com 32 anos, iraniano, casado com Fatemeth - que ficou presa quatro meses, de 8 de junho à outubro de 2010 -, pai de dois garotos pequenos - Joel 7 anos, e Daniel com 9 anos - , obreiro de uma congregação em que os irmãos reúnem-se com o nome Igreja em Casa, que é filiada ao ministério Igreja Iraniana do Evangelho Pleno, situada ao norte da cidade Rasht. 

O Irã é um país de maioria islâmica, os cristãos são minoria.
Ele foi detido em outubro de 2009 quando tentou registrar sua igreja na cidade onde mora. Houve acusação de apostasia, abandono da religião islâmica, porque questionava a supremacia dos mulçumanos e a recusou-se a doutrinar crianças cristãs de sua igreja ao islamismo.

Ele recebeu ordem judicial o obrigando a converter-se ao islamismo. A sentença foi proferida pela corte da província de Gilan, na cidade de Rasht. Ele não atendeu as autoridades do judiciário da República Islâmica para rejeitar sua fé cristã. A primeira condenação aconteceu em 2010, quando a Suprema Corte do Irã interveio e conseguiu adiar a sentença. Mas o processo foi revisto, e na quinta-feira, 29 de setembro de 2011, o resultado foi condená-lo à morte pelo enforcamento. Na ocasião, o pastor disse que não tinha intenção de professar o islamismo, chamando a crença islâmica de "blasfêmia".

O tribunal iraniano


Em setembro de 2010, Nadarkhani foi julgado e condenado à morte porque o acusaram de organizar cultos domésticos, compartilhar em reuniões caseiras a sua fé em Jesus Cristo como Senhor e Salvador com famílias iranianas, e apelar para que todos aceitassem a Cristo em suas vidas e frequentassem cultos de adoração a Deus.

O tribunal, baseado na lei islâmica, alega que Nadarkhani é muçulmano, por ser filho de pais ligados ao Islã, apesar de sua declaração que nunca praticou o islamismo, que ao se converter a Cristo aos 19 anos não era muçulmano. E por ele considerado um cristão, ex-muçulmano, o acusam de apostasia. A apostasia é considerada uma ofensa capital na maioria dos países muçulmanos, o réu recebe a pena de morte por enforcamento. É assim que o Mullah, governo iraniano, se relaciona com cidadãos cristãos, que abandonam a religião islâmica.

Nadarkhani apelou ao Supremo Tribunal do Irã para reverter à sentença de morte que recebeu, mas esta solicitação de recurso foi rejeitada.

A expectativa de execução está após término do processo de apelação, terminou ontem, 29 de julho. O tribunal manteve a decisão de primeira instância.

Nadarkhani corre o risco entrar na lista de mártires cristãos enforcados no Irã, que desde 1990 não executava pessoas por serem praticantes do cristianismo.

Mohammad Ali Dadkhah, advogado de Nadarkhani, recebeu a sentença com muita surpresa, pois suas impressões há um mês era que o trâmite do julgamento era favorável ao cliente.

Na quinta-feira, 29 de setembro, surgiram rumores que haveria revogação da execução de morte, no entanto Dadkhah firmemente alegou que poderia se tratar de estratégia de desinformação para que os meios de comunicação do Ocidente percam o interesse no caso, pois ele não recebeu relatório oficial afirmando que o tribunal derrubou a sentença capital e busca. Então, ainda buscando confirmação da decisão judicial favorável, segue a angústia de um iminente enforcamento.

Caso o advogado esteja correto quanto à mentira, a morte poderá acontecer a qualquer instante.

E, caso houver mesmo a mudança da pena, por haver convicção em seu coração que Jesus Cristo é seu Senhor e Salvador, com certeza Nadarkhani continuará como prisioneiro do Estado Iraniano.

Por favor, continuem a orar por Pastor Youcef, sua família e sua equipe de advogados no Irã.

Escrito originalmente para o blog Belverede, com consultas em:

The NeoConservative Christian Right • Newmax.Com • CNS News • A C L J 

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O artigo pode ser copiado, desde que acompanhado de créditos. Autoria: Eliseu Antonio Gomes, UBE Blogs (www.ubeblogs.net) via Belverede (http://belverede.blogspot.com).

Pastor Yousef Nadarkhani não negou a Jesus e foi condenado ao enforcamento




No julgamento que aconteceu na quarta-feira, 28, o pastor Yousef Nadarkhani voltou a afirmar sua fé em Jesus Cristo e de acordo com a Sharia [lei islâmica] ele foi condenado pelo crime de apostasia (abandonar o islamismo) e sentenciado a morte por enforcamento.


Na noite de ontem a ACLJ (Centro Americano pela Lei e a Justiça) chegou a divulgar uma nota dizendo que um dos juízes havia revogado essa sentença, mas que essa informação não era certa, já que pode ser apenas uma mentira espalhada pelo serviço secreto iraniano para enganar os meios de comunicação que estão acompanhando o caso.


Representantes do Portas Abertas também receberam essa informação, mas não há certeza do que pode acontecer com o pastor. O ministério também informou que a família de Nadarkhani está bastante abalada, inclusive sua esposa está em estado de depressão.


“Estou em contato com o Irã”, disse uma fonte próxima a família do pastor para o Portas Abertas. “Mas as notícias não são muito boas, mas vamos esperar. Se eles realmente quiserem, eles podem matá-lo porque ele se recusou a negar sua fé. Deixamos tudo nas mãos de Deus.”


Para o Compass Direct, uma fonte informou que eles podem matar o pastor Nadarkhani a qualquer momento. “Eles podem enforcá-lo ao meio dia ou então daqui a 10 dias. Às vezes entregam o corpo para a família junto com o veredito. Eles têm ultrapassado as fronteiras da lei”.




Fonte: libertosdoopressor.blogspot.com