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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Rebeldes perseguem cristãos no norte do Mali


Por Willy Rangel 09 de abril de 2012


A situação no Mali, país na África Ocidental que sofreu um golpe de Estado orquestrado por militares no final de março, não tem melhorado, ao contrário do que tem sido noticiado.Segundo Veralucia Rocha, missionária da JMM no Mali que teve que sair do país por recomendação da Embaixada brasileira em Bamaco, muitos irmãos malineses estão passando fome por causa da situação de caos no país.
Além disso, Veralucia disse que um missionário da terra do Mali relatou que irmãos do norte estão se dirigindo para a capital e que os rebeldes tuaregues estão perseguindo os cristãos na cidade de Gao. Ele contou à missionária brasileira que prevê receber mais de 200 pessoas.
“Ore por isso. Os rebeldes roubaram todo o material que nosso missionário da terra ganhou para cavar poços no Mali, e também saquearam nossa igreja em Gao e acabaram com o instituto bíblico”, diz Veralucia.
A situação no norte do Mali se agravou em 31 de março, quando a cidade de Gao foi conquistada por rebeldes tuaregues, que pegaram em armas desde janeiro para lutar pela emancipação da região para a instalação do estado islâmico de Azawad, cuja independência foi declarada unilateralmente pelos rebeldes em 6 de abril, após a conquista das cidades de Timbuktu e Kidal e dois dias depois de anunciado um cessar-fogo.
“Que Deus tenha misericórdia de nossos amados malineses”, conclui Veralucia.


Fonte: Junta de Missões Mundiais da CBB

BATISTAS BRASILEIROS TRABALHANDO NA ÁFRICA


Escola Batista no Norte da África forma nova turma

Por Willy Rangel 12 de abril de 2012

Missões Mundiais desenvolve o projeto Pedra Fundamental, que formou sua quinta turma de alunos na
 Escola Batista em um país do Norte da África.

“A escola caminha sob os cuidados de Deus. Somos gratos a todos que colaboram direta e indiretamente”, diz a missionária Ludmila Gaspar. “As crianças têm sido fortalecidas física, moral e espiritualmente”, acrescenta.
Outro motivo de alegria é ver que o projeto já apresenta frutos, como um grupo que fez parte da primeira turma, quando ainda eram ainda crianças, e hoje auxiliam os trabalhos na Escola Batista.
No entanto, Ludmila ressalta que a fome ainda assombra a realidade dos alunos da Escola Batista.

"Muitas vezes, somos obrigadas a tirá-las da sala de aula para alimentá-las. Com fome, não conseguem se concentrar. Quando percebemos que estão em jejum, tomamos as providências e elas seguem nas suas tarefas", relata.
Ludmila conta que a triste realidade das crianças é suficiente para se refletir junto ao Pai, “que quer usar nossas vidas para resgatar as almas perdidas”.
A missionária dedica quatro dias na semana no final da tarde à orientação espiritual das crianças.